Quem somos

A Fundação Nossa Senhora Auxiliadora do Ipiranga é fruto do sonho do Conde José Vicente de Azevedo, que lançou a semente há mais de 100 anos, e hoje se afirma na vontade de transformar vidas, atuando com trabalhos assistenciais e educacionais.

 

Conheça a história e a missão da instituição que, desde sua criação, em 1896, mudou a realidade de milhares de crianças e jovens.

Nascida "Asilo de Meninas Órfãs", em 1896, no histórico bairro do Ipiranga, em São Paulo, ente fundacional a partir de 1943, a FUNDAÇÃO NOSSA SENHORA AUXILIADORA DO IPIRANGA (FUNSAI)  é entidade de direito privado, para fins assistenciais, filantrópicos, sem visar lucro, com sede na cidade de São Paulo.

Tem por finalidade prestar atendimento gratuito aos necessitados, notadamente, e na medida de seus recursos, dando acolhida, ensino, e educação à criança e ao adolescente, bem como apoio às suas famílias, com observância dos princípios da moral cristã.

Para tanto, preocupa-se   em  desenvolver um trabalho eficiente, consonante com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), bem como nos marcos legais do Serviço Social, garantindo às crianças e adolescentes acesso à educação de qualidade, saúde, alimentação, esporte, lazer, cultura, segurança e dignidade.

A   FUNSAI   possui   cinco  unidades   de   atendimento direto, entre Abrigos, Centro de Apoio à Juventude, Educação Infantil e Berçário, totalizando cerca de 500 crianças e adolescentes atendidos mensalmente. Além disso, desenvolve ações de promoção das famílias, com atividades de formação pessoal e profissional, visitas domiciliares, cursos e palestras.

Outras 1500 crianças e adolescentes são atendidas através de 22 entidades conveniadas (rede FUNSAI), mediante pagamento de "per capita".

Como Fundação, presta contas anuais ao Ministério Público e, na forma da lei, submete-se a auditoria externa independente.
                           
Por seu relevante trabalho social, recebeu em 2001 o Prêmio Ser Humano Oswaldo Checchia, da Associação Brasileira de Recursos Humanos, e foi indicada em novembro de 2005 para o "2006 Conrad N. Hilton Humanitarian Prize".


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